Parto de uma pergunta prática: por onde começar quando não há dinheiro sobrando e existem dívidas? A primeira medida pode ser reduzir o custo do que já se deve. Cartão de crédito rotativo e cheque especial pedem atenção especial por causa dos juros elevados.
Trocar uma dívida cara por outra mais barata pode aliviar o orçamento. Crédito pessoal, consignado e operações com garantia são possibilidades a avaliar conforme a situação. Também trato de portabilidade de crédito e, em financiamento imobiliário, do interveniente quitante.
A parcela menor, por si só, não comprova economia: um prazo mais longo pode aumentar o custo final. Compare o Custo Efetivo Total (CET), que reúne juros, tarifas, seguros e demais despesas da operação. A decisão precisa caber no orçamento e reduzir o peso real da dívida.
